Juristas de Mato Grosso entregarão manifesto à OAB em defesa do Estado Democrático de Direito

Assim como está ocorrendo em todo o país, um grupo de juristas de Mato Grosso (advogados, professores, acadêmicos e profissionais do Direito) entregará nesta terça-feira, 29, às 17h30, ao presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Mato Grosso, Leonardo Campos, um manifesto em defesa do Estado Democrático de Direito, repudiando o apoio conferido pela entidade ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff sem qualquer fundamento jurídico, defendendo que não se pode, em hipótese alguma, admitir ataques e flexibilizações às garantias fundamentais estabelecidas pela Carta Magna. Leia Mais…

Entidades dizem que proibir livros e temática de gênero é preconceito

Especialistas e entidades ligadas à causa LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros) criticam a iniciativa dos vereadores do Recife de proibir livros didáticos que falem de diversidade sexual e dizem que a exclusão desses temas da sala de aula é preconceito.

“Se você é contra qualquer forma de discriminação você não pode excluir essa expressão [homossexualidade] dos livros. Preconceito não é só agressão física”, defende o professor de psicologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Benedito Medrado.

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Golpe

A palavra ecoa pelo país. Nos gabinetes palacianos, nas redações dos jornais, nas manifestações de ruas. E foi mandada até para o Vaticano, quando esta semana o padre da paróquia de Pedra Branca, na Paraíba, mandou carta – manifesto ao Papa. Fervorosamente ele denuncia o golpe em marcha no Brasil e pede a Sua Santidade as suas orações para evitá-lo. “É golpe”. “Não vai ter golpe”. “Abaixo a ofensiva golpista”. “Todos contra o golpismo das elites”. Enfim, a expressão está sendo repetida à exaustão. É o que se ouve de todos os que defendem o governo. Leia Mais…

Povo Manoki faz denúncias à relatora da ONU

Indígenas de Mato Grosso entregam dossiê com dados que subsidiarão recomendações da ONU ao governo brasileiro.

Sérgio Teodoro, representante Manoki, entrega dossiê para a relatora daONU. Ao centro, Sônia Guajajara, coordenadora da APIB. Foto: Mel Mendes/OPAN
Sérgio Teodoro, representante Manoki, entrega dossiê para a relatora daONU. Foto: Mel Mendes/OPAN

Representantes do povo Manoki, noroeste de Mato Grosso, reuniram-se com a relatora da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Direitos dos Povos Indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, e entregaram um dossiê com denúncias sobre violações de direitos e agressões à Terra Indígena (TI) Manoki, que vêm se intensificando com a demora da homologação de seu território. O encontro aconteceu durante agenda da relatora com a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) na última quarta-feira, 16 de março, em Brasília. Os dados apresentados pelos indígenas servirão de referência para a tomada de decisões e para a elaboração das recomendações da relatora da ONU  ao governo brasileiro.   Leia Mais…

Os derrotados nas urnas querem ganhar pelo poder e não pelo direito

A política deles não é feita de projetos políticos, é algo mais perverso: a vontade de destruir Lula, de liquidar o PT e colocá-lo contra o povo.

No emaranhado das discussões atuais relativas à corrupção importa desocultar o que está oculto e que passa desapercebido aos olhos pouco críticos. O que está oculto? É a vontade persistente dos grupos dominantes que não aceitam a ascensão das massas populares aos bens mínimos da cidadania e que querem mantê-las onde sempre foram mantidas: na margem, como exército de reserva para seu serviço barato.  Leia Mais…

Profissionais da educação de Várzea Grande decide pelo retorno à greve

Estiveram reunidos hoje, quinta (10/03), os profissionais da educação da Rede Municipal de Ensino de Várzea Grande para deliberar sobre o indicativo de greve na rede de ensino. A decisão quase que por unanimidade foi a de retomar a greve suspensa em agosto de 2015, após acordo no Tribunal de Justiça, em que administração de Várzea Grande se comprometeu atender as reivindicações da categoria em vários pontos.  Leia Mais…

Movimentos sociais dizem não ao aparelhamento político do Incra

09-03-incra_siteMovimentos sociais, funcionários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra/SR13), realizaram na manhã desta quarta (09), com a participação do Sindicato dos Servidores Públicos no Estado de Mato Grosso (Sindsep-MT), manifestação de apoio à manutenção do servidor de carreira Giuseppe Serra Seca Vieira no cargo de superintendente regional e rechaçaram a nomeação de Valdir Mendes Barranco para o cargo. Leia Mais…

Ataques ao movimento sindical à vista

Precisam, igualmente, ter a convicção de que a instituição sindical, como instrumento de defesa dos direitos e interesses da coletividade, em geral, e da classe trabalhadora, em particular, é um dos pilares da democracia e dispõe de uma série de poderes e prerrogativas que a credencia como um ator relevante no cenário político, econômico e social do País.Leia Mais…

Confrontos “pós-coerção” já estão na rua; quem poderá minimizá-los?

Em Sorocaba, já no dia 4, houve confronto entre petistas e tucanos (clima de guerra), em BH, mulher de vermelho foi ofendida enquanto caminhava (clima fascista)

Por Alceu Luís Castilho (@alceucastilho)

Claro que a escalada neofascista no Brasil não começou na sexta-feira, dia em que o ex-presidente Lula foi levado coercitivamente para depor no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. E todos sabemos que os ânimos entre petistas e tucanos têm sido acirrados gradualmente, especialmente ao longo deste século. Mas já há sinais de que podemos viver nos próximos meses um momento delicado no campo da violência política. E se procuram vozes e instituições capazes de amenizar esse clima pesado, trincado – essa fissura. Onde estão elas?  Leia Mais…

A “caça às bruxas” brasileira será mais difícil do que muitos pensaram

Pelo menos dois grupos dividiam o mesmo espaço na manifestação, nesta sexta (18), na avenida Paulista, em São Paulo: os que apoiavam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff e o Partido dos Trabalhadores. E aqueles que não os apoiavam ou, pelo contrário, são críticos a eles, mas acreditam que tanto o impeachment quanto uma prisão de Lula não se sustentam com os elementos postos à mesa e significam uma esvaziamento das instituições democráticas.

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