Seu nome era Ruas

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O Índio foi espancado e morto na Baixada do Glicério – primeira periferia de São Paulo, território dos indesejados. Aguardem: em 2017, estaremos com ele em toda parte

Por Luciana Itikawa | Imagem: Carol Garcia

Seu nome era Ruas. Luis Carlos Ruas. Era um ambulante que trabalhava nas ruas de São Paulo há mais de 20 anos. Seu apelido era Índio. Foi morto cruelmente na noite do Natal de 2016 por dois homens. Ruas foi morto porque tentou impedir a agressão a um homossexual e uma travesti. Os criminosos identificados tiveram como motivação, como se não bastasse a hedionda homofobia, o aborrecimento com a mulher de um deles1. Nesta sexta, dia 30 de Dezembro de 2016, diversos movimentos sociais farão novamente um ato em homenagem ao ambulante, às 15h na estação de metrô D. Pedro II. Leia Mais…

OAB-MT repudia ameaça contra jornalistas

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) repudia veementemente as ameaças sofridas por jornalistas, durante cumprimento de seu exercício profissional, em audiência de instrução e julgamento na 7º Vara Criminal de Cuiabá na tarde desta segunda-feira (12).

Conforme noticiado pela imprensa, a juíza Selma Rosane Santos Arruda ameaçou prender os jornalistas que acompanhavam a audiência caso não retirassem, no prazo de 30 segundos, fotos do interrogado publicadas nos veículos de comunicação. Leia Mais…

XII Concondsef: Unificar para combater os desmandos do governo golpista

site2Cuiabá sediou entre os dias 3 e 8 de dezembro, o XII Concondsef, principal instância deliberativa dos servidores federais, que reúne cerca de 80% do Executivo Federal. Nos cinco dias na capital mato-grossense foram discutidos a conjuntura nacional e temas que preocupam os servidores, como a PEC 55. A Reforma da Previdência passa a ser também um desafio, que ataca direitos legítimos da classe trabalhadora. Na abertura, o professor de música da UFMT Abel dy Anjos, com sua viola de cocho, tocou várias canções da MPB, músicas regionais e também o Hino Nacional Brasileiro que foi acompanhado por mais de 1.500 delegados de todo o país.Leia Mais…

Genocídio de povo Guarani-Kaiowá no MS é incontestável, conclui missão do Parlamento Europeu e CDHM

Depois de cinco dias de debates, visitas a aldeias, reuniões de trabalho com o Ministério Público Federal e parlamentares, chegou ao fim a missão conjunta da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e do Parlamento Europeu ao Mato Grosso do Sul para encontrar soluções a um tema que vem ocorrendo de forma sistemática no estado: o genocídio do povo indígena Guarani-Kaiowá. Leia Mais…