Mulheres mato-grossenses se reúnem para lutar por direitos e agroecologia

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“Sem feminismo não há agroecologia!”, ouvia-se pelas ruas de Cáceres, no Mato Grosso, na semana passada, enquanto centenas de mulheres marchavam pela ‘Princesinha do Pantanal’, como é conhecida a cidade, com cartazes em mãos e força na voz

Texto e Imagem por Andrés Pasquis – Gias / CPT

Vestiam uma camiseta de cor fúcsia, com pintura do artista mineiro Gildásio Jardim, que representava mulheres trabalhando, estudando, cultivando e ajudando-se. Nas costas da camisa era possível ler ‘Encontro Estadual Mulheres e Agroecologia’.

O evento foi organizado pelo Grupo de Intercâmbio em Agroecologia (Gias), uma rede de organizações e movimentos sociais que lutam por um sistema social, ambiental e economicamente justo, cuja base é a agroecologia.Leia Mais…

Incra institui referência de preço para privatização de assentamentos

Privilegiar titulação em detrimento de concessão real de uso reafirma compromisso da autarquia com a bancada ruralista e o agronegócio, aponta o MST.

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) definiu uma planilha de preços de referência para fins do que chamam titulação de terras a serem pagos por assentados e nos processos de regularização fundiária.

Publicada no Diário Oficial nesta sexta-feira (31), a Instrução normativa nº 87/2017 apresenta valores da terra nua por hectare, ou seja, o valor do imóvel rural sem nenhum investimento relacionado à atividade rural. De acordo com a normativa do Incra, os valores estabelecidos na planilha expressam o custo médio da terra rural obtido pelo Incra para o Programa Nacional da Reforma Agrária.  Leia Mais…

Debate sobre os direitos indígenas no contexto das hidrelétricas nas bacias dos rios Teles Pires e Juruena, na UFMT

A programação da Semana dos Povos Indígenas da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) tem como destaque, no período da manhã do dia 18 de abril, a mesa “Os Direitos Indígenas no contexto das hidrelétricas nas bacias dos rios Teles Pires e Juruena” e a apresentação do documentário “O Complexo”. O vídeo é uma produção do Fórum Teles Pires e da Foresti Comunicação, com apoio do Instituto Centro de Vida (ICV), da International Rivers – Brasil e da Fundação Mott.  O evento será realizado no auditório do Museu Rondon de Etnologia e Arqueologia – Musear/UFMT.

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Pelo cumprimento das Recomendações da Comissão Nacional da Verdade!

Onde estão os desaparecidos políticos da Ditadura Militar fascista de 1964?
Quando serão punidos os torturadores e seus mandantes?

CNVJá são decorridos exatos cinquenta e três anos da instalação da Ditadura Militar fascista, em 1º de abril de 1964 no Brasil; trinta e dois anos do final daquele criminoso, opressivo e sangrento regime, em janeiro de 1985; e mais de dois anos após a entrega do Relatório Final e das Recomendações da Comissão Nacional da Verdade (CNV), em 10 de dezembro de 2014. Mesmo diante de uma luta tremendamente desigual, impusemos diversas derrotas à Ditadura até derrubá-la. Conquistamos uma anistia que, embora limitada, libertou centenas de lutadores e trouxe muitos outros do exílio. Porém, no tocante à localização dos desaparecidos políticos e à punição dos torturadores e homicidas a serviço daquele criminoso regime, quase nada foi conquistado. Entretanto, esta luta será levada adiante, com destemor, pelos Comitês do Movimento Memória, Verdade e Justiça, pelos Familiares dos Mortos e Desaparecidos Políticos e pelos democratas e revolucionários até sua vitória. Leia Mais…